Nas primeiras horas de um incidente, o que decide a qualidade da apuração posterior não é só a gravidade do problema, mas a rapidez com que a evidência é preservada. Sem um procedimento definido antecipadamente, esse tempo é gasto decidindo quem aciona quem, o que preservar primeiro e como fazer isso sem comprometer o valor probatório dos registros.
A prontidão forense existe para tirar essas decisões do momento de pressão. Quando um incidente é detectado, o procedimento já está definido, as horas de resposta já estão reservadas e a equipe técnica já sabe o que preservar e como.